quinta-feira, 13 de abril de 2023

Cartilha Socioambiental "Cuidando da Casa Comum"

 Download da Cartilha (versão WEB) - AQUI


Obs.: Caso deseje realizar a impressão em gráfica, acesse arquivo próprio AQUI.

quinta-feira, 9 de junho de 2022

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Reunião ordinária de 10 de julho de 2019


No dia 10 de julho de 2019, foi realizada a reunião ordinária da Comissão Socioambiental na sala 3 do Centro de Pastoral Diocesano.
Estiveram presentes: Luciano, Ana Beatriz, Leila, Adilson, Maiara, Samuel, Beatriz, Bruno, Lucia, Marcos e Tânia (breve momento). Edson e Tainara justificaram ausência.

Após realizarmos nossa oração inicial, foram discutidas as seguintes questões:

Luciano realizou um reunião virtual com o Igor do MCGC e foram discutidas os seguintes projetos:

Círculos LS
Este projeto tem como finalidade o cultivo da espiritualidade para o fortalecimento das ações. Para conhecer mais, clicar em: https://catholicclimatemovement.global/pt/circles-pt/
Nossa intenção é promover e apoiar a criação destes grupos nas paróquias.

Trabalho com Geração LS – Projeto piloto com colégios
Discutimos a possibilidade da criação de roteiro de encontros para o trabalho com jovens. A ideia seria um trabalho piloto com alguns colégios, onde educadores e jovens pudessem construir estas propostas. Pensamos em partir da experiência que estamos tendo com o Colégio Nossa Senhora Aparecida em parceria com outros colégios. Iremos aguardar os próximos passos dirigidos pelo Igor. 

Ação Marketing Eu Amazônia
Igor comentou da intenção do projeto de marketing previsto para o Tempo da Criação, com a elaboração de um grade poster com a mensagem Eu Amo a Amazônia. Este poster seria divulgado na Basílica de Aparecida. Dependendo de nossas demandas, poderíamos auxiliar nesta divulgação.

Também foram discutidas as seguintes pautas:

Dia 24 Agosto – Ação Pastoral da Educação
Vamos marcar uma reunião para planejar as ações de colaboração com este evento.

Dia 25 de Agosto - Vocation Day
Tânia apresentou proposta para intervenção artística no evento. A criação desta intervenção está tendo a colaboração do grupo de Teatro da paróquia São Benedito, do Galo Branco. Leila esta apoiando e acompanhando este trabalho.
Luciano comentou sobre a necessidade de:
- Conversar com a organização do evento sobre o espaço para a realização desta intervenção.
- O cuidado com a beleza artística e coerência com a mensagem.
Leila irá verificar estas questões com a organização dos evento.
Ana Beatriz fará um convite aos catequisandos da paróquia Catedral São Dimas, afim de que possamos trazer jovens para estar em nosso espaço / tenda, à partir de um trabalho que ela realizará, voltado para as "sextas-feiras para o clima" (evento inspirado na ativista Greta Thumberg).

Sínodo para Amazônia
Luciano discutiu sobre a preparação do nosso evento "Pró Sínodo para a Amazônia":

1 - Almoço para o evento – Ok para o uso da cozinha no asilo. Verificar com equipe da Paróquia São Bento (esperando resposta sobre diponibilidade).

2 – Marcaremos uma reunião preparação do momento de testemunho de evangelização – Dia 29/10 - Domingo de manhã - Fechar com o Pe. França / Glória, horário para reunião com a Ir. Mônica.

3 – Marcaremos uma reunião com Pe. Betão sobre auxílio para o evento (Hospedagem solidária, Ministros e coral para a Missa). – Ir. Mônica irá marcar horário.

4 – Comunicação do evento: Isabella vai passar todo o material para o Pedro da Comunicação.

Marcar reunião geral de organização do evento com Ir. Mônica no início de Agosto (27/07 ou 03/08).


Evento Univap - Semana Valeparaibana de estudos sobre a Amazônia: Desafios e co-responsabilidades rumo à uma Ecologia Integral.


 - Prof. Antônio Nobre não poderá mais estar conosco. Estamos fazendo contato com Dr. José Marengo / Carlos Nobre.
- Professora Maria Regina irá marcar uma com a UNIVAP para fecharmos detahes.

Ao final da reunião discutimos outras questões particulares em relação ao pedido de afastamento de um membro do grupo. Depois fizemos nossa oração final. Nossa próxima reunião será de estudo e oração no dia 24 de julho de 2019.

Eleição do Vice Coordenador da CSA 2019 (Coordenador em 2020 e 2021)

Reunião de eleição do vice coordenador em 29 de junho de 2019:

No dia 29 de junho nos reunimos na capela Santa Edwirges, paróquia São Bento, para a eleição do vice-coordenador, que no próximo ano assumirá a coordenação da Comissão Socioambiental.
Estiveram presentes Luciano, Edson, Adilson, Samuel, Leila, Tânia, Marcelo, Beatriz, Carolina e Pe. Célio.
Tivemos um momento de espiritualidade, seguindo uma proposta de capítulo para o nosso encontro, sugerida pelo Marcos, conforme abaixo:

Roteiro: 1. Oração de abertura e acolhimento (invocação do Espírito Santo e importância do encontro); 2. Leituras para breve reflexão: a. LS 91 e b. Jo 13, 1-17 (refletir sobre o serviço da Comissão e sobre a responsabilidade de cada irmão a luz da duas leituras); 3. Plenário para deliberação e votação; 4. Agradecimento a Deus e aos irmãos; 5. Encerramento, que pode se dar com a celebração da Eucaristia.

Fizemos a oração de abertura, as leituras previstas e partilha. Após começamos o processo de eleição, seguindo a normativa estabelecida na primeira reunião de 2018. No dia 28 de Janeiro de 2018, definimos algumas regras de participação na Comissão Socioambiental, afim de que os participantes pudessem assumir graus de comprometimento com a missão que desenvolvemos.

Definimos 3 formas de participação:
COLABORADOR EVENTUAL:
Participa pontualmente de eventos. Não tem obrigação de participação em reuniões ou eventos/ações.

COLABORADOR EFETIVO:
Participar de pelo menos 4 reuniões consecutivas e participação em 2 eventos/ações da CSA num prazo de 6 meses.
Terá um “padrinho”. Padrinho (Membro da CSA) tira dúvidas e acompanha os colaboradores até se tornarem efetivos, depois de um ano.
Enquanto o novo integrante não se torna um colaborador efetivo, será designado visitante.

MEMBRO:
Ter atuação ativa na CSA como colaborador efetivo por 1 ano, nas reuniões e eventos:
Tem: Poder de voto; Representar a CSA (designado pelo coordenador);
Tem direito a participar da liderança da CSA.
Desligamento: Apresenta  justificativa para CSA.

Atualização:

Quem tem participado atualmente (ordem alfabética): Adilson, Ana Beatriz, Ana Carolina, Andrea, Beatriz, Bruno, Clodoaldo, Edson Fujita, Erica, Fernanda, Karina, Leila, Lucia, Luciano, Maiara, Marcelo, Marcos, Maria Regina, Rosangela, Samuel, Silvana, Tainara e Tânia.
Deixaram a CSA: Luigi, Duva, Rose Mauro, Rita, Paulo e Marba.

Colaborador eventual:
Participa pontualmente de eventos. Não tem obrigação de participação em reuniões ou eventos/ações:
Ana Carolina, Andrea, Clodoaldo, Erica, Fernanda, Karina, Maiara, Rosangela.

Colaborador efetivo (melhor: colaborador em discernimento para se tornar membro)
Caminhada de discernimento: Participar de pelo menos 4 reuniões consecutivas e participação em 2 eventos/ações da CSA num prazo de 6 meses
Ana Beatriz, Beatriz, Bruno, Maria Regina, Silvana.

Membro (Elegíveis e com poder de voto).
Participação ativa em mais de um ano:
Adilson, Edson Fujita, Leila, Lucia, Luciano, Marcelo, Marcos, Samuel, Tainara e Tânia.

Destes estiveram ausentes: Lucia, Marcos e Tainara.

Resultado:
Adilson - 5 votos
Samuel - 1 voto
1 voto de abstenção

Adilson aceitou a missão e assume como vice coordenador ao longo do ano de 2019 e assumirá como coordenador em 2020 à 2021.
Ao longo de 2020 Luciano estará como vice coordenador. No final do ano de 2020 haverá uma  nova eleição do vice-coordenador que assumirá em 2022.

Segue imagens do encontro:





Pró Sínodo para a Amazônia


quarta-feira, 10 de julho de 2019

Relatos das reuniões da CSA durante Maio e Junho de 2019

Segue breve relato das últimas atividades da Comissão Socioambiental:

- Reunião de estudo e oração em 22 de Maio de 2019.

Neste encontro fizemos uma mediação sobre a importância da oração para as nossas vidas, à partir da reflexão do evangelho do dia.

- Reunião ordinária em 12 de Junho de 2019.

Neste encontro discutimos algumas ações previstas, principalmente as voltadas para o café sociológico, que aconteceu no dia 15 de junho. Segue imagem do encontro.



- Reunião de estudo e oração em 26 de Junho de 2019.

Fizemos o estudo do livro "Sínodo para a Amazônia", de D. Cláudio Hummes, até o cap. 9 - pág. 44.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Segundo Café Sociológico 2019. Tema: Pró Sínodo da Amazônia - Ivo Polleto

No dia 15 de junho de 2019 aconteceu no Colégio Nossa Senhora Aparecida, em São José dos Campos, o Café Sociológico, promovido pela Associação para o Ensino Social da Igreja e a Comissão Socioambiental, ambos organismos da Diocese de São José dos Campos - Igreja Católica.

O Café Sociológico teve como assessor o sociólogo Ivo Polleto, filósofo e cientista social. Polleto, trabalha atualmente como assessor educacional no Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social, que articula movimentos, entidades e pastorais sociais em torno da defesa dos direitos sociais da população afetada pelas mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento global. Entre 1975 e 1992, foi o 1º secretário executivo da Comissão Pastoral da Terra; de 1993 a 2002, foi assessor da Cáritas Brasileira; em 2003 e 2004, foi membro da Equipe de Mobilização Social do Programa Fome Zero, do governo federal – sobre esse período, escreveu o livro Brasil: oportunidades perdidas – Meus dois anos no Governo Lula (Editora Garamond, 2005).

Ivo Polleto realizou sua fala diante de um grupo de cerca de 50 pessoas, destacando as intenções poder econômico mundial e as ameaças a Amazônia, as pressões junto as riquezas minerais que ocasionam a perda da biodiversidade, tão importante para o equilíbrio do clima no planeta. Falou também da importância sobre valorização dos povos indígenas e um contexto de tantas ameaças. Outro tema abordado foi o Sínodo para a Pan Amazônia, um chamado especial do Papa Francisco para a evangelização inculturada neste território, mas também um alerta para a defesa dos mais frágeis: os povos indígenas, a floresta e toda sua fauna e flora.

Segue imagens do encontro:



quarta-feira, 5 de junho de 2019

Amazônia e a Vida na Terra - Ivo Poletto - Jornal Expressão Junho 2019



Texto na íntegra:


A AMAZÔNIA E A VIDA NA TERRA

O planeta Terra está sendo disputado como nunca. Como a lei que comanda os destinos da humanidade determina que os detentores de capital devem crescer sempre, há busca incessante de consumidores. Isso dá no aumento da velocidade da produção, com uso cada vez mais intenso de tecnologias, e num consumismo que beira o absurdo. A lei da obsolescência, por um lado, leva as grandes empresas ofertarem produtos que devem ser substituídos em prazos cada vez menores, e o marketing, por outro, envolve os consumidores a sentirem-se forçados emocionalmente a estar na moda. O resultado desse processo é o aumento da quantidade de lixo, de mercadorias ainda em condições de uso, criando uma civilização do desperdício.
A outra face desse processo é a busca de bens naturais necessários. O que já caracterizou a colonização de povos e nações desde o século XVI, e de modo especial a que submeteu a África aos países da Europa no século XIX, nas últimas décadas foi mantido através de guerras de diferentes tipos. A última é a da guerra de baixa intensidade, usando os meios possíveis para manter países na órbita de um dos grupos hegemônicos. O confronto mais importante na atualidade se dá entre os Estados Unidos da América do Norte e a China. Como a China vai crescendo seu poder através do uso de seus recursos financeiros, como se percebe, por exemplo, no projeto Rota da Seda e no financiamento de infraestrutura na África e na América do Sul, os Estados Unidos estão fazendo tudo que podem para retomar sua dominação sobre o que sempre considerou seu quintal, as Américas do Sul e Central.
Para esta reflexão, vale destacar que isso significa uma ameaça cada vez maior à vida do e no Planeta. De onde virão os bens naturais necessários para as grandes obras da Rota de Seda e para a expansão comercial que ela provocará? E para que os Estados Unidos mantenham e aprofundem seu império mundial, até mesmo na produção e consumo de mais armas, de onde virão os bens naturais necessários?
É nesse contexto de disputa por bens naturais, considerados recursos indispensáveis pelos que dominam o mercado mundial, que se pode compreender o que está acontecendo na Amazônia. Destacaremos três grupos, cada um com olhar específico.

1. Os caçadores de recursos
São grandes empresas transnacionais e nacionais que colocam em prática o seguinte princípio: se descobrimos mais recursos, devem ser retirados para serem transformados em novos produtos, em nova riqueza. E se já não há ou não são suficientes os retirados em seus territórios de origem, é preciso que os territórios em que há muitos recursos sejam liberados para exploração.
É isso que nos ajuda a compreender o que está acontecendo na África, América do Sul e de modo muito especial, na Amazônia. Os bens naturais preservados pelos povos amazônidas se tornam motivo de cobiça internacional. A água, a floresta, os minérios, a biodiversidade estão no centro da disputa pelos bens naturais que restam.
É impressionante o que está acontecendo nos países da América do Sul: todos estão sendo envolvidos pela proposta de serem exportadores de commodities, de modo especial minérios e produtos agrícolas. E é por isso que a Amazônia está ameaçada pelo crescente número de mineradoras e pelo agronegócio, já que ele se apresenta como necessitado de mais e mais áreas para expandir a produção de carnes e grãos para exportação. Junto com elas e a seu serviço, entram as empresas de produção de hidroeletricidade, de rodovias, de portos, de ferrovias.
O poder dessas empresas cresce na medida em que os governos as promovem como pontas de lança do denominado desenvolvimento nacional. Com todo tipo de incentivos e regalias, sentem-se fortes para impor suas escolhas, e o fazem sem levar em conta a legislação ambiental e os direitos dos povos da região. Na verdade, o governo atual, que ajudaram a eleger, está retirando recursos destinados às políticas de proteção ambiental e apoia a liberação de áreas de preservação, parques nacionais e territórios indígenas aos interesses da mineração.
De toda forma, para garantir seus negócios e demais interesses, o agronegócio e a mineração têm garantido, nas últimas eleições, um número expressivo de parlamentares, com o objetivo de dar legalidade aos seus interesses através da aprovação de leis e mudanças constitucionais.

2. Os defensores da vida
Este grupo é formado pelos povos indígenas da Amazônia. Para eles, a existência da floresta tem a ver com sua própria existência. Na verdade, não só a floresta, mas tudo que a Terra, considerada mãe da vida, criou para seus povos. A água, os rios e córregos, a biodiversidade, o sol, tudo faz parte de sua vida. Ou melhor, eles é que fazem parte dessa vida, que existe muito antes deles.
São povos que convivem porque são parte do conjunto dos seres vivos e de tudo que constitui seu ambiente de vida. É tão profunda essa convivência que toma a forma de respeito pelos espíritos presentes em cada ser. Por isso, o cuidado com todos os seres é base de seu modo de vida. Se precisam de peixes, vão pescar, mas pedem aos espíritos presentes nas águas e nos próprios peixes que os perdoem por agir dessa forma. Da mesma forma, dialogam com os espíritos da floresta e das árvores toda vez que precisam ampliar seu espaço para moradia ou para a formação de roças.
Da mesma forma, cuidam de tudo que constitui o ambiente vital da Amazônia as comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais, cada uma com suas culturas e formas de vida.
O fato é que estes povos vivem neste bioma há milênios sem destruí-lo, como já aconteceu com outros biomas do país. E é por isso que, reagindo às ameaças das grandes empresas, no Brasil e nos países vizinhos, estes povos defendem uma proposta de vida em sociedade que denominam Bem Viver. Trata-se de um sistema de vida fundado em relações de cooperação comunitária entre as pessoas e em relações harmoniosas com tudo que constitui o bioma, o berço vivo e fonte de vida que receberam da Mãe Terra e do Espírito presente em toda a criação.

3. Os que querem controlar e usar os bens comuns
Esse terceiro grupo olha para a Amazônia com um olhar aparentemente “ecológico”. São grupos de capital financeiro que, em nome da preservação do que os povos amazônicos preservaram, e do que foi conquistado com muita luta como áreas e parques de proteção ambiental, se apresentam para assumir a responsabilidade de impedir que sejam destruídos, e para isso negociam contratos de cessão de direitos com povos indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais, bem como com os entes públicos responsáveis pelas áreas de preservação, em troca de dinheiro. Uma vez aceito e assinado o contrato, a gestão destas áreas passa para as mãos do grupo que pagou, e os povos ou o Estado perdem a liberdade de uso de seus territórios.
No caso dos povos amazônicos, deverão organizar a sua vida com o uso dos dólares que receberam. Em outras palavras, passarão para uma economia monetária, comprando no mercado o necessário para sua vida, perdendo sua relação com a vida da qual são parte. Com isso, povos antes distantes do mercado, passarão a ser parte dele.
Por outro lado, tudo que constitui a área preservada e agora cedida ao grupo econômico, passa a ter “valor econômico”. Na verdade, antes da assinatura desses contratos de REDD ou de Pagamento por Serviços Ambientais, já é feita pesquisa para definir o valor econômico desses que até o momento eram bens comuns:  a floresta, a água, os córregos e rios, a biodiversidade, as belas paisagens, a quantidade de carbono que a floresta absorve da atmosfera para sua alimentação...
Esse é o processo final de financeirização da natureza. Sob o controle do capital financeiro, os bens comuns e tudo que eles significam para a existência e reprodução da vida passa a ser parte de um novo mercado especulativo: os “títulos de carbono” passarão a ser negociados em bolsa, ampliando a já absurda especulação financeira que domina a economia mundial.

Conclusão
De fato, a Amazônia é uma das áreas do planeta Terra que está sendo atacada pela disputa por bens naturais por parte das empresas e bancos que desejam manter em expansão a economia capitalista neoliberal de mercado.
Quem já está e pode ser afetado por esse processo de exploração e de financeirização? É claro que os primeiros afetados são os povos indígenas e comunidades tradicionais do bioma. Eles perderão não apenas seus territórios, sua liberdade de relação com os seres vivos que o constituem. Perderão a sua cultura. Morrerão, e essa perda fará falta para a construção de alternativas.
Mas perderá a própria natureza da Amazônia, diminuindo ou perdendo sua capacidade de uma bomba de água que garante chuvas na região e em todo o país, de modo especial no Sudeste e Centro Oeste. Perde o equilíbrio climático criado pela Terra. E como isso aumentará ainda mais rapidamente o aquecimento do Planeta, todos os seres vivos, e em primeiro lugar os humanos, terão dificuldades cada vez maiores para sobreviver. Os seres humanos, criados como inteligência da Terra, comprovarão que, comandados por grupos que se deixaram escravizar pelo desejo de riqueza sem fim, podem tornar-se os destruidores da Casa Comum.
Por isso tudo, e sempre apostando, com esperança, que consigamos mudar de rota, de converter-nos para uma ecologia integral, deve ser saudado como iniciativa muito importante o Sínodo para a Amazônia, convocado pelo Papa Francisco para outubro próximo. Como se sabe pela sua carta encíclica Laudato Si, sobre o Cuidado com a Casa Comum, ele convoca a Igreja de Jesus e a toda a humanidade a rever sua forma de vida, a assumir uma vida mais simples e de convivência com os pobres e com o ambiente vital. Este Sínodo se propõe rever e a redefinir a presença e atuação da Igreja na Amazônia.
Na mesma perspectiva, são muito importantes as iniciativas da Diocese de São José dos Campos para entrar em comunhão com este Sínodo, buscando apoiá-lo e, ao mesmo tempo, assumi-lo como mais uma oportunidade para renovar a sua presença e atuação na região.
            
Ivo Poletto – assessor nacional e membro do Grupo Executivo do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social – FMCJS.

domingo, 12 de maio de 2019

Matéria do Jornal Expressão - Maio de 2019 - Amazônia: Coração da Casa Comum


Reunião ordinária Comissão Socioambiental - 08 de maio de 2019

Estiveram presentes na sala 3, Catedral São Dimas, na noite de 08 de maio de 2019, os seguinte integrantes da CSA: Luciano, Rosângela, Edson, Marba, Tainara, Marcos,Tânia, Samuel e Bruno.

Foram pauta de nossa reunião:

- Avaliação da formação no CNSA
- Avaliação do café sociológico
- Planejamento do próximos café sociológico - Semana de Meio Ambiente
- Entrega livros e discussão de estudo:

Ficou acordado que em nossa reunião de estudos vão refletir sobre o livro "O Sínodo para a Amazônia" de D. Cláudio Hummes, OFM.
A leitura prévia para os encontros mensais ficou dividida da seguinte forma:

Maio: cap. 1 ao 7
Junho: cap. 8 ao 12
Julho: cap. 13 ao 17
Agosto: cap. 18 ao 22

- Convite a grupos / pastorais importantes com parceiros para o Sínodo
- Termo de convênio com a Univap
- Plano de trabalho para comunicação para o Sínodo
- Sugestão Campanha Tânia
- Reunião do Conselho Diocesano de Pastoral - 18 de maio às 14h30 - Salão da Catedral São Dimas

Nossa próxima reunião acontecerá dia 22 de Maio de 2019.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Comissão Socioambiental auxilia na promoção de parceria internacional entre universidades

USF assina parceria com Universidade Católica de Trujillo

A Universidade São Francisco (USF) recebeu, no dia 2 de maio, a visita de representantes da Universidade Católica de Trujillo – Benedicto XVI (UCT), no Peru. Durante o encontro foi realizada a celebração de convênio de cooperação acadêmica entre as duas instituições.

Tudo começou com o contato da Irmã Adélia no ano de 2018, quando ela enviou um e-mail solicitando uma parceria com a Comissão Socioambiental da Diocese de São José dos Campos para a adaptação, junto a realidade peruana, de um subsídio educacional que elaboramos: a cartilha "Cuidando da Casa Comum". 

Nestas tratativas, percebeu-se a possibilidade de uma parceria entre as universidades: a USF, em que o coordenador da Comissão Socioambiental, Luciano Machado, é aluno da pós graduação em Educação e a UCT, pois a Irmã Adélia é responsável pela Internacionalização da universidade.

A assinatura contou com a presença do Reitor USF, Frei Gilberto Gonçalves Garcia; do reitor da Universidad Nacional de Trujillo, do Frei Jhon Joseph Lydon Mc Hugh, do Pró-Reitor de Ensino , Pesquisa e Extensão, Prof. Dilnei Lorenzi, do Frei Nilo Agostini, do Frei Gilbertini, da coordenadora do Núcleo de Relações Internacionais (NRI), Profa. Cristiane Suarez, a Profa. Debora Reis, a Profa. Jane Fantinelli e o aluno do programa de stricto sensu em Educação, Luciano Machado.

A parceria estimula ações conjuntas e mobilidade acadêmica discente e docente, aprimorando ainda mais a qualidade de ensino, pesquisa e extensão nas instituições.

Na sequência, os representantes da UCT realizaram uma visita guiada pelo câmpus, conhecendo os laboratórios da área da saúde, biblioteca e Centro tecnológico. 







sábado, 27 de abril de 2019

Dia da Terra 2019 - Café Sociológico - 27/04/2019

Aconteceu no Colégio NSAparecida,  no dia 27de Abril de 2019, nosso primeiro Café Sociológico, em parceria com a AESI.

Palestraram neste encontro os professores Roberto Mana (Fundação Toyota) e José Walter Pontes, da escola de Fé e Política da Diocese.

Foi uma manhã muito rica em formação para o Cuidado com a Casa a Comum, comemorando o Dia da Terra 2019.

Segue imagens do encontro:








quarta-feira, 24 de abril de 2019

Reunião de estudo e oração - 24 de Abril de 2019

No dia 24 de Abril de 2019, acorreu na capela da Faculdade de Direito da Univap a reunião de estudo e oração mensal da Comissão Socioambiental.

Aproveitamos a ocasião para tratar de alguns assuntos em relação a organização do evento "Pró Sínodo da Amazônia" em parceria com a Univap - Universidade do Vale do Paraíba.

Após foi conduzida a formação espiritual conduzida pelo Marcos.

Terminamos a reunião lembrando do evento do dia 27 de Abril de 2019, nosso Café Sociológico, em parceria com a AESI.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Dia da Terra 2019 - Formação da Comissão Socioambiental para alunos do Colégio NSAparecida

No dia 22 de Abril, Dia da Terra, aconteceu a formação para os estudantes do Colégio NSAparecida, das 8h às 12h.
Segue imagens do encontro:








quarta-feira, 10 de abril de 2019

Reunião Ordinária mensal da Comissão Socioambiental - 10 de Abril de 2019

No dia 10 de Abril de 2019, as 19h, aconteceu a reunião ordinária mensal da Comissão Socioambiental.
Nesta reunião a principal pauta foi o planejamento do encontro com os alunos do Colégio NSAparecida. Contamos com a visita dos professores Bruno, Morais, Cristina e da coordenadora Ana Maria.
A formação foi planejada com o seguinte formato:
Dia da Terra e o Sínodo para a Amazônia
Colégio Nossa Senhora Aparecida e Comissão Socioambiental
Programação: Dia 22/04 – Segunda-feira – Das 7h à 12h30.
7h30 – 8h = Oração Inicial – Responsável: Professor Bruno (Ambientação – Responsável: Pastoral). Convite aos alunos para atenção a dinâmica do dia – Responsável: Luciano
Rodadas de estações:
Estação Socioambiental Dia da Terra e Mudanças Climáticas – Responsáveis: Tainara e Marcelo
Estação Socioambiental Laudato Sì e São Francisco – Responsáveis: Marcos e Lúcia
Estação Socioambiental Sínodo da Amazônia – Responsáveis: Luciano e Samuel
Estação Socioambiental SJC / Rio Paraíba e Mata Atlântica – Responsáveis: Edson e Marba
Estação Socioambiental Natureza Sensorial – Responsáveis: Tânia e Silvana
Observação: Cada grupo de 20 alunos receberá o nome de uma tribo indígena (Tânia). Os grupos se alternarão pelas estações ao toque do sino. Serão dedicados 20 minutos para explanação de cada tema e 10 minutos para interação dos alunos.
8h – 8h30 = Primeira rodada de Estações Socioambiental
8h30 -9h = Segunda rodada de Estações Socioambientais
9h – 9h30 = Terceira rodada de Estações Socioambientais
9h30 às 10h = Intervalo
10h – 10h30 = Quarta rodada de Estações Socioambientais
10h30 – 11h = Quinta rodada de Estações Socioambientais
11h – 11h30 = Registro dos alunos no mural. O mural será composto por uma árvore e o registro dos alunos serão feitos em folhas. Responsável: Ana Maria.
11h30 – 12h = Plantio de muda nativa (Luciano) no pátio do asilo Santo Antônio, declamações de poemas (Professor Moraes) e oração final.
Segue imagem da reunião deste dia:


sábado, 30 de março de 2019

Formação de professores do Colégio NSAparecida

No sábado, dia 30/03, foi realizada a formação para os professores do Colégio NSAparecida, com a finalidade de início dos trabalhos para o projeto de Educação Ambiental com a temática do Sínodo para a Amazônia.
Segue imagem do encontro:


quarta-feira, 27 de março de 2019

Reunião de estudo e oração - 27 de Março de 2019

No dia 27 de março de 2019, a CSA se reuniu para o momento mensal de estudo e oração. Também aproveitou-se a ocasião para o planejamento da formação de professores a acontecer no dia 30 de março, sábado.
O planejamento da formação foi discutido da seguinte forma:
- Canto: Tudo está interligado.
- Apresentação da CSA.
- Abordagem sobre os objetivos do Sínodo para a Amazônia.
- Trabalho de Educação Ambiental no Colégio NSAparecida, à partir da temática do Sínodo.
Ao final da reunião, realizada a oração de encerramento do encontro.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Dia da Terra 2019: Café Sociológico com o tema "Recursos Hídricos e Políticas Públicas"

Acontecerá no dia 27 de abril, das 9h às 12h, no Colégio Nossa Senhora Aparecida o primeiro Café Sociológico organizado pela AESI (Associação par o Ensino Social da Igreja) em parceria com a Comissão Socioambiental. O tema do encontro será "Recursos Hídricos e Políticas Públicas", com a intenção de ser um encontro preparatório para evento “Pró Sínodo da Amazônia”, a ser realizado no mês de setembro em nossa diocese.

Assim como nas edições anteriores, o encontro acontecerá com palestras, permeado por um saboroso e saudável café, oportunizando a reflexão sobre a Encíclica Laudato Sì e o Sínodo da Amazônia. Também haverá diálogos com especialistas que tratarão das relações de interdependência e corresponsabilidades entre os Biomas Mata Atlântica e Amazônia, a luz da temática do encontro: “Recursos Hídricos e Políticas Públicas”.

A Comissão Socioambiental da Diocese de São José dos Campos criou esta sinergia pastoral com a AESI, afim de propiciar a atividade prevista em seu calendário para a comemoração do Dia da Terra, 22 de Abril, com uma atividade formativa em preparação ao evento “Pró Sínodo da Amazônia”. A AESI aceitou o convite para que os dois cafés sociológicos que organizam sejam atividades que culminem com o grande evento diocesano sobre o Sínodo. A atividade é gratuita e não é necessário pré-inscrição.

Evento: Dia da Terra 2019 - Café Sociológico com o tema "Recursos Hídricos e Políticas Públicas"

Data: 27/04/2019 (sábado)
Horário: 9h às 12h
Local: Colégio Nossa Senhora Aparecida 
Endereço: R. Cel. José Monteiro, 621 - Centro, São José dos Campos

quarta-feira, 13 de março de 2019

Comissão Socioambiental da testemunho de Educação Ambiental na Vatican News

No dia 13 de março foi publicada um trecho da entrevista do coordenador da Comissão Socioambiental sobre a Educação Ambiental no Brasil no Vatican News. Confira:
https://www.vaticannews.va/pt/mundo/news/2019-03/educacao-ambiental-entrevista-luciano-machado.html




Reunião Ordinária da Comissão Socioambiental 13 de Março de 2029

No dia 13 de março de 2019, às 19h, aconteceu a reunião ordinária mensal da Comissão Socioambiental.
Foi pauta do encontro:
- Futura contribuição da CSA com a Pastoral da Educação: 24 de Agosto.
- Preparação da proposta do Café Sociológico pela Patrícia - AESI
- Formação de professores do Colégio NSAparecida - 30/03 e alunos - 22/04
Nossa próxima reunião acontecerá no dia 27/04, com o encontro de estudo e oração e preparação da formação para os professores.

sábado, 2 de março de 2019

Rádio Vaticano entrevista Coordenação da Comissão Socioambiental - Fevereiro de 2019

O Programa Porta Aberta, da Rádio Vatican News, entrevistou o coordenador da Comissão Socioambiental da Diocese de São José dos Campos, professor Luciano Machado. O programa foi ao ar na última quarta-feira, dia 27/02/19.
Na entrevista, Luciano falou sobre a sua visita a Roma por ocasião do curso de Ecologia Integral da Universidade Pontifícia Antonianum, em parceria com Ordem dos Frades Menores. Foram discutidos o tema do encontro, que se desenvolveu sobre a questão do diálogo ecumênico e inter-religioso e o cuidado da criação. Outros temas também foram discutidos na entrevista como a espiritualidade franciscana, o Sínodo da Amazônia e a preparação do encontro diocesano em São José dos Campos sobre o Sínodo, a tragédia de Brumadinho, o papel do educador ambiental e, por último, a necessidade de se manter a esperança mesmo em tempos difíceis.

Ouça a entrevista completa aqui:
   

A repórter Bianca Fraccalvieri e Silvonei José ao lado de Luciano Machado, coordenador da Comissão Socioambiental da Diocese de São José dos Campos, nos estúdios da Vatican News em Roma.

O Diretor Geral da Escritório para a Justiça, Paz e Integridade da Criação, Frei Jaime, Luciano Machado e Frei Irwin, no Curso de Ecologia Integral – Universidade Pontifícia Antonianum – Roma. 



Relato da Reunião de estudo e oração - 27 de fevereiro de 2019

Estiveram presentes na primeira reunião de estudo e oração do ano de 2019, da Comissão Socioambiental: Luciano, Beatriz, Luciano, Tainara, Maiara, Marcos, Bruno, Edson e Marba.

Luciano aproveitou a ocasião para partilhar a experiência de sua visita a Roma, por conta de um curso de Ecologia Integral. Além do conteúdo trabalhado no encontro, que discutiu o diálogo ecumênico e inter religioso no cuidado com a Casa Comum, o encontro possibilitou a socialização dos trabalhos realizados pela Comissão Socioambiental, possibilitando possíveis parcerias futuras.

Entre estas possibilidades, estão:

1 - Parceria para a formação de lideranças da JPIC (Comissão Justiça, Paz e Integridade da Criação), na Ordem dos Frades Menores, na Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, presente no estado do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, divididas em 12 regionais. 

2 - Futura divulgação da cartilha traduzida para o espanhol e inglês, pelo Projeto de Extensão USF e UCT, junto ao JPIC (Comissão Justiça, Paz e Integridade da Criação), na Ordem dos Frades Menores, dela diretoria internacional da JPIC.


3 - Outras possibilidades de colaboração acadêmica entre a Comissão Socioambiental por meio do vínculo do Luciano com a Universidade São Francisco podem ocorrer futuramente, com a formação da Rede Internacional de Ecologia Integral (Universidade Pontifícia Antonianum - Roma), como também parcerias futuras com a Alleanza Laudato SÌ para o cuidado com a Casa Comum, uma iniciativa do Prof. Prem XalXo – Pontifícia Università Gregoriana e demais universidades pontifícias participantes do projeto.

4 - Possibilidade de parceria com paróquias do Congo, à respeito do tema Construções Sustentáveis,  por intermédio da Movimento Católico Global pelo Clima.

Após esta socialização houve o momento de estudo e partilha, conduzido pelo Marcos, com o tema da carta do Papa Francisco em relação a quaresma, com o tema: Quaresma 2019: converter-nos para fazer da criação um jardim, não um deserto (https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2019-02/papa-francisco-mensagem-quaresma-2019.html).

Esta reflexão continuará na reunião de estudo e oração, no mês de março, ainda no período da quaresma.
Nossa próxima reunião está marcada para o dia 13/03/2019, para planejamento de nossas ações.

Formação da Região Pastoral Santana - Paróquia São Benedito

Aconteceu no dia 16 de Fevereiro de 2019, no salão paroquial da Paróquia São Benedito, no bairro Alto da Ponte a formação da Comissão Socioambiental para a Região Pastoral Santana, antiga RP2 de nossa diocese.
Participaram da formação cerca de 20 pessoas provenientes das paróquias da região pastoral.
Abaixo segue imagens do encontro e das avaliações sobre o mesmo.







sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Relato da reunião ordinária da Comissão Socioambiental - 13 de fevereiro de 2019.

Estiveram presentes na sala 4 do Centro de Pastoral Diocesano as seguintes pessoas Samuel, Leila, Silvana, Marcio, Beatriz e sua prima, Cíntia, Tânia, Edson, Marba, Luciano, Adilson e Pe. Célio.

Foram discutidos as seguintes questões:

- Planejamento da Formação para a Região Pastoral Santana:

A apresentação da CSA e do PDEP será conduzida pela Marba.
A apresentação da Laudato Sì será conduzida pelo Edson.
A apresentação da cartilha será conduzida pelo Adilson.
A dinâmica de discussão dependerá do número de pessoas presentes.
Cíntia ficara na recepção e responsável para compra do lanche, caso necessite complementação.

- Evento Pró Sínodo da Amazônia:

Foi relatado os acordos iniciais e o pré planejamento do evento, conforme os palestrantes confirmados até agora. 

- Cartilhas:

O Guia para Eco Paróquias estará sendo conduzido pelo grupo de trabalho formado por Beatriz, Tânia, Edson, Silvana e Márcio.

O Guia de orientação para Construções Sustentáveis está sendo conduzido por Edson, Cíntia e Vitor.

A Cartilha "Cuidando de nossa Casa Comum" é objeto de parceria entre a Universidade São Francisco e a Universidade Católica de Trujillo (Peru). Mais adiante será socializada mais informações sobre esta parceria.

- Encontro de espiritualidade 

Pe. Célio vai agendar a data para um encontro, onde poderemos rezar e refletir sobre o papel e importância da liderança pastoral. Este encontro será preparatório para a escolha de vice-coordenador, que assumirá a coordenação no próximo ano, 2020.

Segue imagens de nossa reunião:






Nossa próxima reunião será dia 27 de Fevereiro (Reunião de Estudo e Oração).

domingo, 27 de janeiro de 2019

NOTA DA REPAM SOBRE O ROMPIMENTO DE BARRAGEM EM BRUMADINHO


Não cuidar da Casa Comum <<é uma ofensa ao Criador, um atentado contra a biodiversidade e, definitivamente, contra a vida>> (DAp 125)

Mais uma vez famílias choram por seus entes queridos e a Terra geme em dores de parto. Após três anos, Minas Gerais enfrenta outro desastre ambiental causado pela atividade de mineração, tendo a mesma empresa como protagonista. A Rede Eclesial Pan-Amazônica/REPAM-Brasil, cuja inspiração e serviço situam-se na espiritualidade da ecologia integral, manifesta solidariedade às vítimas e familiares afetados pelo rompimento da barragem de rejeitos de mineração no município de Brumadinho/MG.
Também lamentamos e nos sentimos estarrecidos com as consequências desta atividade que ignora as indicações da Igreja, as quais incentivam uma economia a serviço da vida humana e dos ecossistemas com sua grande biodiversidade (Carta Pastoral do CELAM – Discípulos Missionários Guardiões da Casa Comum, 93).
Não é possível dissociar a relação do acontecido desta sexta-feira com o desastre de Mariana, cada um com suas terríveis proporções na vida dos mais pobres e consequências para o meio ambiente. Este é mais um crime ambiental que nasceu e se consolidou pela impunidade dos anteriores. O que sucedeu do rompimento da barragem em Mariana ainda não foi reparado e os responsáveis não foram criminalmente punidos. Infelizmente, a lógica do rigor contra os infratores da lei ataca cada vez mais os pequenos e poupa o grande capital.
Chama atenção o fato de o próprio licenciamento da mina Córrego do Feijão e de sua barragem de rejeitos estar impreciso e contraditório. A aprovação da expansão da exploração na área teve forte resistência da comunidade local.
Com os bispos do Brasil, reforçamos a ideia de que a “atividade mineradora no Brasil carece de um marco regulatório que tire do centro o lucro exorbitante das mineradoras ao preço do sacrifício humano e da depredação do meio ambiente com a consequente destruição da biodiversidade” (Nota da CNBB sobre o rompimento da barragem de Fundão, 25/11/2015).
Consideramos importante também salientar que estamos num contexto político de flexibilização das leis ambientais e de desmanche dos procedimentos de licenciamento ambiental. A atenção para esta realidade também deve estar voltada para a Amazônia, nova fronteira mineral cobiçada por grupos internacionais e ofertada pelo governo brasileiro à custa das populações tradicionais, com riscos a terras indígenas já demarcadas.
A ação das empresas mineradoras é conhecida pelas violações dos direitos humanos das populações indígenas ou originárias, tradicionais e campesinas, principalmente as da Amazônia, “onde tendem a ocupar, sem consulta prévia e com o apoio dos Estados, os territórios dessas populações, confinando-as em espaços de vida cada vez mais reduzidos, limitando, assim, as possiblidades de acesso a seus meios tradicionais de subsistência e destruindo suas culturas”. (Carta Pastoral do CELAM – Discípulos Missionários Guardiões da Casa Comum, 41)
As perspectivas de expansão dos projetos de mineração na Amazônia serão à custa da segurança da população e do meio ambiente, mais uma vez por conta do contexto político brasileiro, no qual a análise dos riscos tende a ser minimizada e os órgãos de fiscalização e monitoramento enfraquecidos, preferindo-se o automonitoramento das próprias empresas.
Depositamos a nossa esperança de mais justiça e cuidado com a Casa Comum Naquele que veio para que todos tenham vida, e a tenham em abundância (cf. João, 10, 10b).
Brasília, 25 de janeiro de 2019
Cardeal Cláudio Hummes
Arcebispo Emérito de São Paulo/SP
Presidente da REPAM-Brasil

Relato da reunião ordinária - 23 de Janeiro de 2019

Estiveram reunidos na sala 3 do Centro de Pastoral Diocesano, para a primeira reunião de 2019 da Comissão Socioambiental, as seguintes pessoas: Luciano, Rosângela, Samuel, Adilson, Marba, Edson, Ana Carolina e Marcos, Marcos (Franciscano), Bruno, Marcelo e Érica. Justificaram ausência: Tânia, Lúcia, Andrea, Tainara e Silvana.

A oração inicial se deu com a leitura e meditação do Cântico de Daniel - Dn 3,51 - Louvor dos Jovens na fornalha "Obras do Senhor, bendizei o Senhor, louvai-o de exaltai-o pelo séculos sem fim".

Após este momento de oração, houve a discussão da pauta: 

- Revisão do planejamento e orçamento 2019.
Fizemos a revisão do planejamento anual. (http://socioambiental-diocesesjc.blogspot.com/2018/12/calendario-2019.html). Foi colocada a questão do retiro, prevista para outubro, onde pretende-se adiantá-lo, realizando-o em um único dia, em preparação o encontro do Sínodo da Amazônia, que exigirá de todos nós, um grande volume de trabalho.
Também foi revisto o orçamento anual, de acordo com os recursos liberados pelo Centro de Pastoral Diocesano. Adilson vai reformular o orçamento anual visando privilegiar os recursos para o encontro sobre o Sínodo.

- Encontro Sínodo da Amazônia.
Foi apresentado a proposta de evento, que passou de um dia, para dois, devido a crescimento da programação, com a participação de vários especialistas. A programação, que ainda se encontra em construção, está presente no blog. (http://socioambiental-diocesesjc.blogspot.com/2018/12/evento-sinodo-para-amazonia-nossa.html).
Para a organização do evento, com os demais parceiros, haverá uma reunião no dia 09 de fevereiro, às 9h, no colégio N. S. Aparecida. Todos estão convidados para participarem da reunião.

- Planejamento Formação RP Santana.
Foi discutido brevemente o planejamento da formação para a RP Santana. Edson ficou responsável de ligar em todas as paróquias para motivar a comunicação e inscrições.
Iremos planejar com mais detalhes o evento, no dia 13/02, nossa próxima reunião.

- Guia Eco Paróquias.
Edson adiantou a tradução da versão americana. Além da revisão da tradução, discutimos brevemente sobre o formato e linguagem adequada ao público preferencial do guia. A ideia é termos o guia pronto para o evento do Sínodo, em setembro.

- Planejamento do encontro celebrativo de início das atividades 2019  e para a eleição do vice coordenador.
Luciano comentou sobre a importância da eleição do vice coordenador e da preparação de um ato celebrativo para tal, que será agendado com o Pe. Célio.

Terminamos nossa reunião com a oração final e o cumprimento da paz por todos.
Nossa próxima reunião ordinária acontecerá dia 13/02. Lembramos que antes desta data, haverá a reunião de preparação para o evento do Sínodo, dia 09/02, 9h, no Colégio N.S.Aparecida.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Principal evento para 2019: Sínodo para a Amazônia - nossa Diocese em sintonia com o Papa Francisco


Sínodo para a Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral.
 Diocese de São José dos Campos em sintonia com o Papa Francisco

Data: 28 de Setembro (sábado) – confirmado / 29 de Setembro (domingo) – à confirmar (dependendo do crescimento da programação).

Local: Colégio Nossa Senhora Aparecida

Objetivo: Possibilitar que a Diocese de São José dos Campos conheça o Sínodo da Amazônia, reafirmando a sua missão e defesa deste território e de seus povos, por meio do entendimento da ecologia integral, para a construção de uma Igreja com o rosto amazônico.

Palestrantes confirmados:

Ir. Afonso Murad - marista, é doutor em Teologia pela Universidade Gregoriana – Roma. MBA em Gestão e Tecnologia Ambientais na USP. Professor no ISTA e na Faculdade Jesuita (FAJE), em Belo Horizonte. Autor de vários obras, entre elas: Cuidar da Casa Comum (Org.) Ed. Paulinas e Ecoteologia: um mosaico Ed. Paulus.

Moema Miranda – Moema Miranda é antropóloga, com Mestrado em Antropologia Social, pelo Museu Nacional, UFRJ. Integra a equipe docente do Instituto Teológico Franciscano (ITF), onde participa do Grupo de Estudos em Ecoteologia. É doutoranda em Filosofia, na PUC-RJ.  Coordena o Projeto “Diálogo dos Povos – Uma articulação Sul-Sul”, com a participação de entidades e redes da América Latina e da África. Integra o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração. É secretária da Rede Iglesias y Mineria, da qual participam 70 entidades da América Latina, e membro da Coordenação Nacional do Serviço Interfranciscano de Justiça Paz e Ecologia (SINFRAJUPE) e da Assessoria da Rede Eclesial Pan-Amazônica, REPAM. É professa na Ordem Franciscana Secular (OFS).

Frei Nilo Agostini – Frei Franciscano (OFM), professor, pesquisador, escritor e conferencista. Doutor em Teologia pela Université des Sciences Humaines de Strasbourg II, França e pós-doutor pela Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil. Hoje atua como professor e pesquisador na Universidade São Francisco (USF), de Bragança Paulista SP, integrando o corpo de docentes do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação da USF. É autor de mais de uma dezena de livros, várias dezenas de artigos em periódicos especializados e bom número de participações em obras coletivas.

Márcio Valeriano - docente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Atua no projeto de pesquisa que tem com objetivo principal o mapeamento da biodiversidade na Amazônia por uma combinação de novos métodos de sensoriamento remoto entre outras metodologias.

Ações de preparação do evento:

Projeto de educação ambiental - Colégio Nossa Senhora Aparecida: o colégio irá elaborar um projeto que abordará o Sínodo para Amazônia, explorando as várias temáticas envolvidas, de forma interdisciplinar, envolvendo todos os alunos do ensino fundamental ao ensino médio. Além de sediar o evento, o colégio também promoverá a integração dos alunos e de suas famílias para uma participação qualificada.

Cafés Sociológicos: Momentos de formação e partilha com a AESI - Associação para o Ensino Social da Igreja e Escola de Fé e Política de nossa Diocese. Serão trabalhados temas em preparação ao evento. Dias 27/04 e 15/06.

Possibilidades de crescimento do evento:

Parceria com a CRB: Envolvimento das congregações religiosas presentes na diocese que mantém missões na Amazônia.

Ação missionária da Diocese: parceria com o COMIDI – Conselho Missionário Diocesano, a fim de darmos visibilidade para as ações missionárias na Amazônia.

Gastronomia amazônica e apresentação folclórica: contato com o grupo de SP que de conservação da cultura amazônica para parceria no evento.

REPAM: possibilidade de parceria com a rede Rede Eclesial Pan-Amazônica para que o evento seja parte do calendário oficial de atividades da rede.

Ordem Franciscana Secular: sondar parceria com a Fraternidade São Francisco de Assis.

Pastoral da Educação e do ensino Religioso: sondar parceria com a pastoral.

Organização do evento:

Comissão Socioambiental da Diocese de São José dos Campos
Comissão para a Dimensão Social da Fé da Diocese de São José dos Campos
Colégio Nossa Senhora Aparecida e Congregação da Irmãs Franciscanas do Sagrado Coração de Jesus.


Arte e Identidade visual: